ADELAT reúne especialistas internacionais para analisar o enfrentamento de eventos climáticos extremos e o papel da resiliência nas redes de distribuição elétrica

ADELAT reúne especialistas internacionais para analisar o enfrentamento de eventos climáticos extremos e o papel da resiliência nas redes de distribuição elétrica

A Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina (ADELAT) realizou o webinar “Resiliência: definição, métricas e possíveis modelos regulatórios”, no qual renomados especialistas globais debateram com o presidente da ADELAT, David Felipe Acosta Correa, e a diretora executiva, Alessandra Amaral, os desafios das redes de distribuição face a eventos climáticos extremos que afetam significativamente a infraestrutura.

A apresentação dos painelistas focalizou-se nas consequências diretas destes casos que incidem na continuidade e qualidade da prestação de serviços e também sobre como melhorar a forma de enfrentá-los, segundo os acontecimentos recentes na Argentina, no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

A meteorologista e CEO do Grupo Climatempo do Brasil, Patricia Diehl Madeira, apresentou conceitos-chave sobre gases de efeito estufa, aquecimento global e mudança climática. Nesse quadro, referiu-se a uma análise da Climatempo sobre a resiliência das redes elétricas e a atual possibilidade de prever as áreas que serão mais afetadas pelas alterações climáticas. “Isto é uma realidade, está acontecendo, vai piorar e a gente tem que tomar as providências e existe a possibilidade da gente prever de uma forma global quais são as áreas que vão ser mais atingidas    pelas mudanças climáticas”, disse.

Neste cenário de transição energética e eletrificação dos consumos, os investimentos para melhorar a resiliência das redes são fundamentais. Mark McGranaghan, Electric Power Research Institute (EPRI) Europe DAC Fellow, afirmou que é “crucial” ter ferramentas para avaliar diferentes alternativas de investimento e realizar análises de custo-benefício dessas opções. O painelista catalogou de desafio “devido a que envolve eventos relativamente pouco frequentes, em comparação com as métricas tradicionais de confiabilidade de número de interrupções e número de minutos interrompidos”.

McGranaghan observou que não existem ferramentas como a calculadora de gelo, que é usada para avaliar o custo dos eventos de confiabilidade tradicionais, mas não outros que ocorrem com menos frequência e têm grande impacto. “Portanto, o valor da resiliência é um tema de investigação no qual estamos a trabalhar muito ativamente”, acrescentou.

Neste sentido, explicou que para atribuir um “valor à resiliência” é importante estabelecer métricas para ter resultados equitativos e implementar estratégias de investimento conforme com as melhorias que o sistema local necessita.

Para o avanço destes objetivos e oferecer respostas adequadas, os especialistas concordaram que é necessária uma abordagem por parte das autoridades e dos reguladores.

O diretor-executivo de Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Ricardo Brandão, enfatizou a necessidade de mudar o atual modelo regulatório, pois “não é suficiente para enfrentar a situação”. Na mesma direção, o diretor de Estudos das Empresas Eléctricas A.G. do Chile, Andrés Alfonso Vicent, refletiu sobre o modelo chileno e afirmou que não basta para atender as demandas em vigência.

Brandão compartilhou os eixos fundamentais de trabalho propostos pela ABRADEE, os quais compreendem: 1. padrões de distribuição mais resilientes; 2. mecanismos para que as redes aéreas atuais sejam mais resilientes; 3. modelos preditivos do clima; y 4. uma rede de árvores que seja compatível com o desenho urbano.

Vicent colocou no debate se a resiliência deveria se focar na eficiência ou, do outro lado, na eficácia. “Aqui temos uma dicotomia, um duplo jeito de pensar que pretende sermos eficazes em combater a resiliência, mas continuamos detenidos em paradigmas e mentalidades de eficiência”, explicou. Analisou que a imersão atualmente está na tarifa. “O nosso maior desafio é sobre como transformarmos este risco da mudança climática, internalizá-lo na rede, porém também estabelecer um equilíbrio com a tarifa”, concluiu.

No final do webinar, o Ex Diretor Executivo da Comissão de Regulação de Energia e Gas (CREG) e gerente de ASPROEN S.A.S, Jorge Valencia, falou sobre a mudança do setor há pouco mais de 5 anos na Colômbia e concordou com os demais painelistas no fato que as “regulações sejam mais flexíveis face aos eventos extremos contra os quais (os sistemas de distribuição) estão constantemente batalhando”. 

“É um árduo trabalho para as instituições reguladoras, cujas sinais de melhoria às empresas devem continuar, mas no entanto também devem ter consciência que a cada vez mais surgem este tipo de situações, nas quais para garantir a continuidade e disponibilidade de um serviço de qualidade é preciso reconhecer às empresas pelos seus investimentos”, destacou.

Acesse aqui para visualizar o webinar completo.

*Para mais informações ou notas de imprensa, escrever a comunicacion@adelat.com

Sobre ADELAT

A Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica latino-americana no âmbito da transição energética.

Inovação, sustentabilidade e mercado são os principais temas do Sendi 2023

 Inovação, sustentabilidade e mercado são os principais temas do Sendi 2023
Maior evento de distribuição de energia da América Latina vai apresentar assuntos indispensáveis para serem debatidos entre atores do segmento

Por: Equipe SENDI 2023

Inovação, sustentabilidade e mercado: esses são os principais temas que serão debatidos durante os três dias do Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica (Sendi) 2023, que será realizado de 7 a 10 de novembro, no Espírito Santo. 

O maior evento de distribuição de energia da América Latina, realizado pelo Instituto Abradee e que tem a EDP como empresa anfitriã, pretende apresentar as principais inovações do setor, com destaque para soluções sustentáveis e de alta qualidade. As tendências de digitalização, descarbonização e descentralização também são relevantes para o segmento, pois dizem respeito à transição energética.

O coordenador do Sendi, Vilmar de Abreu, reforça que ao debater inovação em uma das mesas do evento, a intenção é discutir oportunidades de fontes e serviços alternativos que poderão ser oferecidos para proporcionar um salto de qualidade na experiência do cliente. “O objetivo é também apresentar tendências que inspirem mudanças no setor elétrico e atrair investimentos para pesquisa e desenvolvimento, a fim de impulsionar inovação e startups, em contexto de modernização setorial”, acrescenta.

Para ampliar o debate, além da programação com palestrantes renomados, as 21 startups selecionadas para o Sendi 2023 terão a oportunidade única de apresentar suas soluções inovadoras e disruptivas para o segmento. Com suas apresentações, elas vão poder estabelecer novas parcerias, networking e ter acesso a investidores.

Já ao abordar sobre sustentabilidade, o seminário pretende falar dos desafios técnicos de expansão, operação, confiabilidade e qualidade da rede de distribuição diante do crescimento exponencial da geração distribuída e dos impactos climáticos. 

“A adaptação climática do setor de energia, considerando a transição energética e a necessidade de descarbonização para uma gestão ambiental sustentável, é essencial e precisa ser colocada em prática cada vez mais. Por isso, palestrantes também terão como foco levantar ideias sobre como garantir financiamento para o setor diante do desafio do salto tecnológico necessário, com remuneração adequada do investidor e tarifas justas”, disse o coordenador do Sendi.

Outro tema importante para o setor de energia é a liberalização do mercado. Por isso, o Sendi busca discutir a abertura de mercado, que pressupõe uma série de condicionantes e regulamentações intermediárias para que a migração de consumidores seja feita de forma sustentável aos negócios, garantindo segurança jurídica e estabilidade regulatória. 

 

O Sendi

O Sendi é o maior evento de distribuição de energia da América Latina e pretende apresentar as principais inovações do setor, com destaque para soluções sustentáveis e de alta qualidade. As tendências de digitalização, descarbonização e descentralização são relevantes para o setor, pois dizem respeito à transição energética.

Realizado entre os dias 7 e 10 de novembro, pelo Instituto Abradee e tendo a EDP como anfitriã, o Sendi 2023 ocupará mais de 20 mil metros quadrados, no Parque de Exposições de Carapina, e abrigará a ExpoSendi, uma exposição do segmento de energia; uma arena silenciosa com palestras simultâneas de especialistas renomados, apresentação de trabalhos técnicos, o espaço Inovação e o Rodeio Nacional dos Eletricistas.

O eixo central do evento será o ESG (Environmental, Social and Governance), abordando cases e práticas ambientais, sociais e de governança, com temas relacionados às macrotendências de transformação do setor de energia. Em pauta, conteúdos como gestão inteligente da rede; soluções para clientes; tendências e fomento à inovação; sustentabilidade do negócio UND; e liberalização do mercado. 

SERVIÇO

XXIV Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica (Sendi) 2023 

Data: 7 a 10 de novembro de 2023 

Local: Pavilhão de Carapina, no Espírito Santo

Atrações: ExpoSendi; seminários com palestrantes nacionais e internacionais; apresentação de trabalhos técnicos e de startups e seus trabalhos de inovação; Rodeio Nacional dos Eletricistas; Carta de Vitoria, entre outros

Informações e inscrições: www.sendi.org.br

Realização: Instituto Abradee e EDP 

 

Sobre o Sendi 

Realizado a cada dois anos, o Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica (Sendi) é o maior evento de distribuição de energia elétrica da América Latina e acontece desde 1962. O encontro é palco para apresentação e discussão de tendências do setor, promoção da inovação e desenvolvimento, troca de experiências entre empresas distribuidoras, geração de negócios e networking. O XXIV Sendi ocorre entre os dias 7 e 10 de novembro, no Espírito Santo. 

Sobre a Abradee 

A Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), organizadora do evento, atua há 47 anos no desenvolvimento do setor de distribuição de energia elétrica brasileiro e reúne 39 concessionárias em todo o país, atendendo 99,6% dos consumidores. Agente efetiva do desenvolvimento do setor elétrico, a Abradee tem como missão contribuir para um setor de distribuição de energia elétrica sustentável e eficiente, com serviços de qualidade reconhecida pelos clientes.  

Sobre a EDP 

Presente há mais de 25 anos no país, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. Com mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, a Companhia tem negócios em Geração, Transmissão, e Soluções em Serviços de Energia voltados ao mercado B2B, como geração solar, mobilidade elétrica e mercado livre de energia. Em Distribuição, atende cerca de 3,6 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo, além de ser a principal acionista da Celesc, em Santa Catarina. Em 2022, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo a empresa mais inovadora do setor elétrico pelo ranking Valor Inovação, do jornal Valor Econômico, e é referência em ESG, ocupando, em 2021 e 2022, o primeiro lugar do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, no qual figura há 17 anos. 

ADELAT e ISCI realizam enriquecedor debate sobre a matriz energética chilena e o papel chave da distribuição de energia elétrica

ADELAT e ISCI realizam enriquecedor debate sobre a matriz energética chilena e o papel chave da distribuição de energia elétrica

A Associação de Distribuidores de Eletricidade da América Latina e o Instituto de Sistemas Complexos de Engenharia realizaram a edição do debate “Desafios da distribuição elétrica para a transição energética em Latinoamérica” na Universidade do Chile, Santiago.

Nesta ocasião, importantes profissionais discutiram marcos regulatórios e aspectos de grande importância para o presente e o futuro da região no contexto das mudanças que estão surgindo e surgirão no setor.

A abertura ficou a cargo do presidente da ADELAT, David Felipe Acosta, que indicou: “A transformação deve ser um compromisso de todos os países e a América Latina não deve ficar para trás”. “Essa transição energética tem duas variáveis ​​fundamentais para garantir a viabilidade do processo: a eletrificação da demanda e o desenvolvimento, modernização e adaptação da rede elétrica”, acrescentou.

Seguidamente, o diretor executivo da Associação, Ignacio Santelices, falou sobre os principais desafios para a distribuição de energia elétrica do futuro e as diretrizes do paper apresentado na ocasião. Apontou que “a transição energética trará grandes benefícios sociais, económicos e ambientais” e que “é essencial avançar juntos para incorporação das energias renováveis ​​e incremento da electrificação, por isso é fundamental modernizar a distribuição”.

O evento contou com uma excelente apresentação do chefe do departamento de Energias Sustentáveis ​​do Ministério de Energia do Chile, Mauricio Riveros Rodríguez, que falou sobre política energética a nível nacional. A sua apresentação baseou-se na necessidade de descarbonizar o sistema elétrico, ter a distribuição como infraestrutura habilitante da conexão e gestão dos recursos energéticos e colocar o usuário no centro da transformação.

O representante do Ministério explicou que os objetivos que perseguem são promover que os usuários finais usufruam dos benefícios e economias associados à transição energética; promover a manutenção do conforto energético acessível aos usuários; e incentivar uma experiência inclusiva e participativa, com melhor acesso às informações para a tomada de decisão pelos consumidores.

Em seguida, aconteceu o painel “Promover a modernização da distribuição elétrica”, do qual também fez parte o Sr. Riveros Rodríguez. O painel de discussão foi moderado por Larissa Cunha, Diretora de Gestão do Conhecimento da ADELAT.

Ali, o secretário executivo da Comissão Nacional de Energia, Marco Mancilla, iniciou o painel destacando o consenso que existe em termos técnicos sobre a clara necessidade de reformar o esquema de distribuição, incluindo a medição inteligente. O secretário afirmou que “uma mudança regulatória no caso chileno é muito necessária para o futuro desenvolvimento das redes elétricas”. Acrescentou que “para isso são necessárias duas reformas estruturais no longo prazo: uma na geração, focada no mercado atacadista, e outra na distribuição”. “Isso foi declarado e vamos avançar até lá”, concluiu.

A chefe de Network Development da Enel Chile, Paola Carrasco, participou do painel e disse que “o desafio é conseguir ter um planejamento coordenado e dar segurança às empresas prestadoras do serviço público”. “A transição energética deve mostrar equidade, por isso é necessário assumir o controle e atender as novas conexões e as já existentes que se eletrificam cada dia mais”, considerou. 

Por último, o acadêmico da Universidade do Chile e investigador do ISCI, Rodrigo Moreno, destacou que é fundamental avançar em uma regulamentação que incentive as empresas a realizar investimentos e a entregar serviços que sejam valorizados pela sociedade. “As mudanças devem ter o consumidor como prioridade”, acrescentou.

Para concluir, David Felipe Acosta agradeceu a todos os painelistas e expositores e expressou: “Estamos satisfeitos de que, a partir da ADELAT, possamos promover estes espaços para discutir e encontrar soluções para os dilemas que surgem em questões energéticas em cada país”.

“Temos a obrigação de cooperar com associações e autoridades locais na construção deste cálculo de custo/benefício para o consumidor, colocando a demanda no centro. Reforçamos a importância de que as distribuidoras tenham essa margem de manobra para testar os melhores investimentos e que é um de nossos propósitos priorizar junto às autoridades quais são os investimentos necessários de acordo com a dinâmica de cada mercado“, finalizou.

O debate foi muito útil para pensar sobre como se atravessa a transição energética na região e pôr em comum boas práticas, princípios e diretrizes regulatórias.

O objetivo da discussão foi apresentar os resultados da pesquisa “Desafios e aperfeiçoamento regulatórios da distribuição elétrica para a transição energética latino-americana”, da qual participaram diretamente especialistas do Chile, Brasil e Colômbia.  Estudo do qual participou Rodrigo Moreno, pesquisador e líder da linha de pesquisa dedicada à energia no ISCI.

ADELAT e ISCI se unem para analisar os desafios da distribuição elétrica

ADELAT e ISCI se unem para analisar os desafios da distribuição elétrica

A Associação Latino-Americana de Distribuidores de Energia Elétrica e o Instituto de Sistemas Complexos de Engenharia realizarão a edição chilena do debate “Desafios e regulamentações da distribuição de eletricidade para a transição energética latino-americana”.

O evento será realizado no dia 29 de agosto às 9h (GMT-4) na Universidade do Chile e será transmitido a todos os interessados via Zoom. Participarão autoridades governamentais, especialistas do setor e representantes das principais empresas de energia e será aberto ao público.

O evento será aberto pelo presidente da ADELAT, David Felipe Acosta Correa; o diretor executivo, Ignacio Santelices, que apresentará o documento de orientação elaborado pela Associação; e Matías Negrete, acadêmico da Pontifícia Universidade Católica do Chile e pesquisador do ISCI. Ele contará com uma apresentação especial de Mauricio Riveros, chefe da divisão de Energias Sustentáveis ​​do Ministério de Energia do Chile.

Também vão participar do debate Marco Mancilla, Secretário Executivo da CNE; Rodrigo Moreno, acadêmico da Universidade do Chile e pesquisador do ISCI; Maurício Riveros; e Paola Carrasco, gerente de desenvolvimento de redes da Enel. A moderação ficará a cargo de Larissa Cunha, Diretora de Gestão do Conhecimento da ADELAT.

 A reunião examinará marcos regulatórios e aspectos de grande importância para o presente e o futuro da região no marco da transição energética. O cenário chileno será analisado em profundidade. O principal objetivo é promover o crescimento e o progresso nesses pontos chave para alcançar uma abordagem que maximize os benefícios sociais dos investimentos e alcance sistemas de distribuição de eletricidade modernos, resilientes e flexíveis.

Também será explorada a necessidade de consolidar o novo papel das distribuidoras de eletricidade como Operadoras do Sistema de Distribuição para adaptar e tornar mais eficiente a transição energética na América Latina.

Para se inscrever entre aqui https://forms.gle/Z9n81xBR62s5ANdi6 As cotas são limitadas,você pode escolher presencial ou online .

Nós vamos esperar por você!

ADELAT e WEC articulam esforços para uma transição energética justa para a região

A Associação de Distribuidores de Eletricidade da América Latina e o Conselho Mundial de Energia na América Latina (WEC, por suas siglas em inglês) formalizaram um plano de trabalho conjunto para promover atividades e iniciativas que contribuam para unir esforços para uma transição energética limpa e justa para a região.

A agenda de trabalho estará alinhada ao Trilema Mundial da Energia proposto pelo CME para reafirmar o compromisso e promover iniciativas que colaborem na humanização da energia. Desta forma, a ADELAT se une para garantir a igualdade de acesso às fontes de energia, a sustentabilidade de todos os projetos de distribuição de energia e a segurança nos mecanismos de distribuição de energia na região.

“O planejamento das atividades em conjunto com o Conselho Mundial de energia na América Latina nos permite continuar alinhados com o Trilema Mundial da Energia, que tem como objetivo a segurança energética, a sustentabilidade e a igualdade de acesso. Cremos que é uma forma de promover e unir esforços para alcançar uma transição energética justa e limpa para a regiao”, disse Santelices.

Pretende-se desenvolver estratégias com o objetivo de promover oportunidades de melhoria e medir o impacto que a transição energética terá nas fontes de energia do futuro.

O diretor executivo da ADELAT, Ignacio Santelices, e a diretora de Estratégia e Relações Institucionais, Aniella Descalzi, se reuniram com o vice-presidente regional do WEC Latam, Claudio Seebach, e a gerente regional sênior, Haydee Jiménez, para iniciar essa cooperação mútua.

“O World Energy Council é a comunidade independente e imparcial de líderes e profissionais da energia mais antiga do mundo. Fundado em 1923, reuniu diversos interesses de todo o ecossistema da energia por um século. Por meio de nossa visão de Humanização da Energia, envolvemos mais pessoas e comunidades na aceleração de transições de energia limpa e justa em todas as regiões do mundo”, disse Seebach.

Para a ADELAT é uma grande satisfação continuar fortalecendo laços de entendimento que permitem articular conhecimentos, ações e trocar experiências e contribuições de todos os atores. Esta é a forma de continuar com um dos principais objetivos: alcançar o benefício de todas as pessoas através de uma modernização das distribuidoras de eletricidade no quadro da transição energética.