Funding Latin America’s Energy Transition

Funding Latin America’s Energy Transition

By Felicity Bradstock 

 

  • Latin America has significant potential to increase its renewable energy capacity, with countries like Brazil and Chile leading the way.
  • The region needs substantial investment in both renewable energy generation and distribution infrastructure to achieve its ambitious climate goals.
  • Overcoming challenges such as regulatory uncertainty and securing financing will be crucial for a successful energy transition in Latin America.

 

Several countries across Latin America have made ambitious climate pledges over the last few years, but can they deliver on their promises? The region is well known for its oil and gas production, as well as for its rapidly expanding critical mineral industry. Using experience from already strong energy sectors, can countries such as Brazil, Mexico and Chile become renewable energy powerhouses and support long-term regional energy security? 

Renewable energy currently contributes around 60 percent of Latin America’s electricity generation, mainly thanks to its well-established hydropower sector. Within the region, 16 countries are part of the Renewable Energy for Latin America and the Caribbean

(RELAC) initiative, established at the 2019 UN Climate Action Summit. Most countries in the Caribbean region have established renewable energy goals, and several have set quantitative targets, which are expected to contribute to a twofold increase in the region’s renewable energy capacity between 2022 and 2030. The figure falls to a 1.4 times capacity increase for the Latin America and Caribbean region overall. 

The International Energy Agency (IEA) recently reported that Latin America has the potential to achieve higher 2030 ambitions than it has announced, having installed an average of 26 GW between 2022 and 2023, which far exceeds the pace required to achieve its 2030 goals. Given the region’s untapped economically viable hydropower, solar PV, and wind potential, ambitions for 2030 installed capacity could be higher, according to the IEA. 

According to the report, the Latin American region aims to increase its total renewable energy capacity by 39 percent from the 2022 level, to reach 450 GW. Brazil, Chile, Argentina and Mexico account for almost 80 percent of this capacity growth target. Meanwhile, Brazil’s renewable energy aims contribute 50 percent of this share, while Chile hopes to expand its renewable energy capacity by an ambitious 2.5 times. 

At present, there are a reported 8,000 renewable energy projects or more in the early stages of development in the region, with a total investment of around $232.8 billion, as well as 700 projects worth $20.8 billion under construction. Fossil fuels continue to contribute around two-thirds of Latin America’s energy mix, although this is far less than the global average contribution of 80 percent. However, the average contribution of fossil fuels to the energy mix in Mexico, Argentina, Bolivia and Venezuela is around 85 percent, demonstrating the need for greater decarbonisation efforts in these countries to reduce the average regional reliance on oil, gas and coal. 

Latin America’s energy distribution sector will require around $431 billion in investment between now and 2040 to achieve an “effective transition” scenario, according to a recent publication from the distribution association Adelat. Research conducted by the consultancy Grupo Mercados Energéticos for Adelat analysed the distribution systems in Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Ecuador, Guatemala and Peru. 

The effective transition scenario outlined in the report is based on a Deloitte study for European countries for 2030. The research also considers a “partial transition” scenario, where around half of the climate targets are achieved. Alessandra Amaral, the Executive Director of Adelat, explained, “The results show that, in the effective energy transition scenario, a total investment of $289 billion is required in addition to trend growth of $143 billion, making a total of $431 billion for the distributors in the seven countries analysed over a period of 17 years.” Amaral added, “In the partial energy transition scenario, the additional investments amount to $174 billion, which, when combined with the $133 billion in trend growth, totals $307 billion.”

While the publication estimates just how much financing will be required to achieve a green transition, it does not suggest who should provide this funding. In Chile, the previous administration trialled a smart metre initiative, aimed at charging billpayers based on their energy usage. However, this sparked opposition from consumers. 

In the report, the consultancy states that the countries assessed must “overcome challenges arising from financial limitations, regulatory uncertainty, resistance to change from certain stakeholders, and the need to develop technical and operational capacities in distribution system operators,” to support an effective transition. 

Brazil and Chile are making significant strides in boosting their renewable energy capacity, ranking second and fourth respectively in the 2024 Renewable Energy Tracker from Climate Action Network. Meanwhile, Argentina ranked 21st, Mexico 23rd, and Uruguay 27th, out of the 62 countries assessed. 

In Mexico, the previous administration halted energy transition policies in favour of redeveloping the country’s oil and gas assets and nationalising energy. However, there is hope that the newly-elected government, led by President Claudia Sheinbaum, will introduce policies aimed at developing Mexico’s renewable energy capacity to help contribute to regional efforts.  

There is significant potential for Latin America and the Caribbean to undergo a green transition by increasing their renewable energy capacity and reducing their dependence on fossil fuels. Several countries across the region have abundant green resources that could be exploited with greater funding and favourable climate policies. However, to achieve an effective transition, the region must invest heavily in the development of new capacity as well as in the modernisation of its distribution sector. 

By Felicity Bradstock 

 

Fuente: Oilprice.com 

https://oilprice.com/Energy/Energy-General/Funding-Latin-Americas-Energy-Transition.html#google_vignette

Redes elétricas na América Latina devem custar mais de US$ 430 bilhões, prevê Adelat

Redes elétricas na América Latina devem custar mais de US$ 430 bilhões, prevê Adelat

Para a Associação de Distribuidores de Eletricidade Latino-Americana (Adelat), o desafio é definir como financiar a modernização e digitalização das redes de energia. Tema foi debatido durante 16º Fórum Latino-Americano de Redes Inteligentes, que se encerrou ontem, em São Paulo

Preparar as redes de energia elétrica na América Latina para responderem rapidamente aos cada vez mais frequentes eventos climáticos extremos, além de tornar sua estrutura adequada para receberem a energia de fontes renováveis variáveis, como a eólica e a solar, vão demandar investimentos superiores a US$ 430 bilhões (R$ 2,3 trilhão) nos próximos 16 anos.

O cálculo, que envolve apenas sete países-chaves da região (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala e Peru) é da Associação de Distribuidores de Eletricidade Latino-Americana (Adelat) e foi apresentado durante o 16º Fórum Latino-Americano de Redes Inteligentes (Smart Grid), durante o painel Sustentabilidade das empresas de distribuição elétrica na América Latina, que ocorreu esta semana em São Paulo, com a participação, ainda de representantes da ANEEL, da ARIAE (Espanha), do Centro de Estudos de Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas, do Comissão de Integração Energética Regional (CIER), do Uruguai e da Aliança Colômbia Inteligente.

O valor do investimento nas redes elétricas do continente foi apresentado por Alessandra Amaral, diretora executiva da Adelat, que congrega as principais distribuidoras de energia elétrica na América Latina. No cálculo estão incluídos os investimentos para ampliação da rede (33%), modernização e melhoria da infraestrutura com implantação de parcial de redes subterrâneas e sistemas digitais de medição (29%) e preparação da rede para novos usos (10%).

No caso específico do Brasil, a Adelat aponta a necessidade de US$ 90 bilhões (cerca de R$ 490 bilhões) até 2040. Isso representa um investimento médio anual de mais de R$ 30 bilhões.“São números expressivos, mas é importante lembrar que não realizar esses investimentos implicará em outros tipos de custos”, alertou a diretora executiva da entidade.

Para Amaral, a tendência é que os problemas de inadequação das redes para a absorção das energias de fontes renováveis variáveis e falta de resiliências aos eventos climáticos extremos, só devem aumentar nos próximos anos.

Quem paga a conta?

Os valores para tornar as redes elétricas mais eficientes e melhor preparadas para enfrentar o novo normal do clima são expressivos e propõe a pergunta: quem paga essa conta?

Entre as propostas estão a redução dos subsídios do setor elétrico que, segundo a Aneel, neste ano devem atingir R$ 37 bilhões, mas que podem chegar a R$ 45 bilhões. Estão incluídos nesse valor a tarifa social para consumidores de baixa renda, os recursos do programa Luz para Todos, descontos para a compra de carvão por usinas térmica e subvenções para usinas eólicas e solares, sendo que esse último é o que recebe a maior parcela desses subsídios (cerca de 44%).

“Os subsídios são uma conta salgada. Cabe aos legisladores e formuladores de política definir como ela deve ser paga”, pontuou Carlos Alberto Mattar, superintendente de Regulação dos Serviços de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e diretor da Associação Ibero-Americana de Entidades Reguladoras de Energia (ARIAE), que também participou do painel. E complementou: “importante lembrar que, no Brasil, a conta de energia elétrica representa quase 10% do orçamento familiar para quase 1/3 dos consumidores residenciais”, complementou.

Alternativas

De acordo com Mattar, uma das alternativas para reduzir o repasse dessa conta para os consumidores é possibilitar que as distribuidoras ofereçam outros serviços aos consumidores, além da comercialização da energia elétrica. “Teremos nos próximos seis anos a renovação de 19 concessões de empresas de distribuição de energia e, no processo de recontratação, está previsto a liberação que as concessionárias prestem outros serviços como, por exemplo, o de telecomunicações”, disse.

De acordo com Mattar, a agência abriu em outubro processo de consulta pública que visa ouvir o mercado e a população sobre a renovação dos contratos de concessões para as distribuidoras. “Incluímos também nos novos contratos metas de eficiência na recomposição dos serviços após eventos climáticos extremos”, informou.

Transição energética justa

Para Joísa Dutra, diretora do Centro de Estudos de Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas (CERI-FGV), os investimentos em modernização das redes são muito necessários, mas isso não pode ser feito apenas pela priorização dos aspectos operacionais. “O consumidor precisa ser considerado. O governo brasileiro tem se posicionado, inclusive no G20, por uma transição energética justa. Então precisamos falar de justiça nesse processo”, disse.

Ela também destacou que as distribuidoras deveriam indicar claramente os benefícios que cada aspecto da modernização das redes trará aos consumidores, em particular os medidores digitais. “As distribuidoras precisam esclarecer isso. Se o consumidor vai pagar, é oportuno indicar o que será pago e porque isso será bom para ele. Há experiências internacionais em que as distribuidoras tentaram impor essa mudança e fracassaram”, disse. A diretora do CERI-FGV disse ainda que as mudanças, apesar de importantes, devem ser implementadas de forma gradual e começar pelos locais em que essa modernização é mais necessária.

Foco na geração

Túlio Alves, diretor executivo da Comissão de Integração Energética Regional (CIER), sediada no Uruguai, lembrou que nos últimos anos, os governos latinos se preocuparam mais em incentivar a geração de energias renováveis do que a modernização das redes. Para ele, alguns países avançaram rapidamente na produção de energias renováveis não convencionais, como a solar e a eólica, mas não tiveram o mesmo cuidado em incentivar a modernização das redes.

“Transição energética não implica apenas na mudança das fontes de produção de energia, mas também na forma como essa energia é transportada, distribuída e consumida”, disse Alves. De acordo com o diretor da CIER, a adaptação das redes de distribuição é fundamental para garantir a estabilidade do novo paradigma energético.

Para o painelista, cabe aos gestores de políticas públicas definirem tarifas e incentivos apropriados ao sistema elétrico, que reflitam os custos reais e permitam a modernização dos sistemas. “É preciso que as pessoas entendam que sem redes de transmissão e distribuição adequadas, não há transição energética. As redes precisam ser adaptadas para gerenciar, especialmente, a variabilidade da geração de energia eólica e solar, a depender das condições climáticas”, argumentou.

Do ponto de vista da segurança do sistema, Alves destacou que, além das redes com maior resiliência, é fundamental a diversificação das fontes. “Não podemos abrir mão da geração hidrelétrica e das termoelétricas, que garantem geração continuada. A segurança energética também depende de fontes diversificadas”, alertou.

Experiência colombiana

Durante o painel também foi apresentada a experiência de modernização das redes de transmissão na Colômbia. Juan David Molina Castro, líder de gestão da Aliança Colômbia Inteligente, disse que o avanço na modernização, para ser eficiente, envolve políticas públicas adequadas, regulação, planejamento, vigilância e controle. “Além disso para avançar é importante termos disponíveis recursos, dados e infraestrutura. E não podemos esquecer de envolver o consumidor nesse processo”, destacou.

De acordo com Castro, a Colômbia possui 29 operadoras, que estão implementando a modernização das redes de forma gradual e estratégica. “Duas já fizeram importantes avanços no restabelecimento automático das redes e outras duas estão fazendo essa atualização, uma já implementou gestão avançada de dados e outras quatro estão em fase de implementação e 15 delas estão desenvolvendo estruturas para o carregamento de veículos elétricos”, enumerou. “O principal avanço registrado até agora é na absorção da geração distribuída, mas estamos seguindo e nos próximos anos temos expectativas de atingirmos nossa meta de tornar inteligentes as redes elétricas colombianas”, previu.

 

Fuente: O Setor Elétrico

https://www.osetoreletrico.com.br/redes-eletricas-na-america-latina-devem-custar-mais-de-us-430-bilhoes-preve-adelat/

¿Cuál es la inversión necesaria para la distribución eléctrica en Latinoamérica?

¿Cuál es la inversión necesaria para la distribución eléctrica en Latinoamérica?

La Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT), ha lanzado el informe titulado “Sin inversión no hay transición: el futuro de la distribución eléctrica en América Latina”. Este estudio detalla las inversiones necesarias en los sistemas de distribución eléctrica en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guatemala y Perú para lograr una transición energética efectiva.

El informe identifica once vectores fundamentales para la transición energética, tales como la electrificación de nuevos usos, la electromovilidad, la digitalización, y la infraestructura de medición avanzada (AMI). Estos factores son esenciales para modernizar las redes eléctricas y cumplir con los compromisos climáticos.

 

Proyecciones de inversión hasta 2040

El análisis realizado por Grupo Mercados Energéticos presenta dos escenarios de inversión para 2040:

1. Transición Energética Efectiva: Requiere una inversión total de US$ 431 mil millones, que incluye US$ 289 mil millones adicionales sobre la tendencia actual.

2. Transición Energética Parcial: Necesita una inversión total de US$ 307 mil millones, sumando US$ 174 mil millones adicionales a las proyecciones actuales.

Estos escenarios muestran la magnitud de la inversión requerida para transformar las redes de distribución eléctrica y adaptarlas a las nuevas demandas y tecnologías.

Beneficios y desafíos

Las inversiones propuestas podrían traer beneficios significativos, como la reducción de costos operativos y mejoras en la calidad del servicio eléctrico. Sin embargo, se enfrentan desafíos como la necesidad de ajustar marcos regulatorios y asegurar que la transición no incremente significativamente los costos para los usuarios finales.

Durante la presentación del estudio, Danilo Zurita, Jefe del Departamento Eléctrico de la Comisión Nacional de Energía de Chile, y Carlos Alberto Calixto Mattar, Director del Grupo de Trabajo de Electricidad de ARIAE, enfatizaron la importancia de actualizar las regulaciones y garantizar inversiones en infraestructura. Medardo Cadena de OLADE y Augusto Bonzi del BID también destacaron la necesidad de considerar aspectos como el impacto en los usuarios y la equidad en las inversiones.

 

Iniciativas de ADELAT

El estudio forma parte del ciclo “Voz Experta ADELAT”, que busca promover un diálogo entre reguladores, empresas distribuidoras, gobiernos y la sociedad civil. La iniciativa tiene como objetivo asegurar una transición energética coordinada y sostenible en Latinoamérica, proporcionando un marco para comprender y abordar los desafíos de la modernización de las redes eléctricas.

 

Fuente: Review Energy

https://www.review-energy.com/otras-fuentes/-cual-es-la-inversion-necesaria-para-la-distribucion-electrica-en-latinoamerica

Cuántas inversiones hacen falta para que Argentina se adapte a la transición energética mundial

Cuántas inversiones hacen falta para que Argentina se adapte a la transición energética mundial

Un estudio de ADELAT muestra las reformas que necesita el sistema eléctrico local y los desafíos en toda la región.
 

La plana mayor de la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT) acaba de visitar Argentina para presentar un informe sobre los desafíos que tiene el país para adaptarse a la transición energética mundial.

En ese marco, se reunieron con funcionarios del Gobierno Nacional, quienes están elaborando una serie de reformas de fondo que podrían llegar a tomar algunas de las recomendaciones de estos expertos.

“Argentina está en un momento de transición, con reformas clave en el sector energético para lograr la autosustentabilidad del sistema. Trabajamos junto al sector privado para garantizar que las nuevas normas sean efectivas”, afirmó el subsecretario de Energía Eléctrica, Damián Sanfilippo, luego de presenciar la presentación oficial del documento de ADELAT, que también tuvo la participación de ADEERA y UDEA.

 

En el documento se evalúan dos escenarios: uno de Transición Energética Efectiva, compatible con objetivos trazados para los países europeos en ejercicios similares, y otro de Transición Energética Parcial. Para el caso argentino, el estudio encuentra que se requieren inversiones anuales adicionales por USD 1.600 millones para lograr una transición efectiva, y de USD 800 millones anuales para una transición parcial, de forma sostenida hasta el año 2040.

“Tenemos un puente que cruzar desde nuestra situación actual, desde lo regulatorio, la infraestructura y nuestras instituciones sectoriales”, indicó Horacio Nadra, vicepresidente de ADELAT y ADEERA.

La clave que articula todo el documento es la importancia de la inversión temprana en infraestructura, para no generar cuellos de botella que luego traiga más complicaciones y encarezcan este proceso de modernización que será inevitable.

“El cumplimiento de los compromisos climáticos y la mejora de la calidad de vida en la región dependen de estas tendencias emergentes”, resaltó Juan Pablo Marzocca, Utility Business Modeling Leader en GME Global.

El panorama regional

Respecto a la situación en toda América Latina, el policy paper lanzado identifica once vectores fundamentales como la Electrificación de Nuevos Usos, Electromovilidad, Conexión a la Generación Distribuida, Digitalización y Automatización, AMI (Infraestructura de Medición Avanzada), Calidad de Servicio, Resiliencia, Actualización de Red, Baterías, Normalización de Pérdidas y Universalización. 

Los resultados revelan que para una transición efectiva se requieren 289 mil millones de dólares adicionales de inversión a las que ocurrirían de mantenerse la tendencia reciente (143 mil millones), haciendo un total de US$ 431 mil millones para las distribuidoras de los 7 países analizados (Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guatemala y Perú), en una ventana de 17 años. 

Ya para el caso de una transición parcial, las inversiones adicionales serían de 174 mil millones de dólares que, sumadas a los 133 mil millones de carácter tendencial, hacen un total de USD 307 mil millones.

“Hay que modificar nuestro marco regulatorio de distribución para dar certezas y beneficios a todos los involucrados, reconociendo las realidades locales de cada empresa e incorporando nuevas tecnologías”, subrayó el Jefe del Departamento Eléctrico de la Comisión Nacional de Energía de Chile, Danilo Zurita.

 

Fuente: Forbes Argentina

https://www.forbesargentina.com/money/cuantas-inversiones-hacen-falta-argentina-adapte-transicion-energetica-mundial-n59661

 

La transición hacia un sistema más eficiente requerirá invertir US$ 2400 millones anuales en distribución eléctrica en el país hasta el 2040

La transición hacia un sistema más eficiente requerirá invertir US$ 2400 millones anuales en distribución eléctrica en el país hasta el 2040

La Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT) informó que en Argentina se requieren inversiones anuales adicionales por US$ 1.600 millones en distribución para lograr una transición efectiva y por US$ 800 millones para una transición parcial. Si a esos montos se le suma el crecimiento tendencial de las inversiones, estimadas en US$ 800 millones por año, en el escenario de máxima deberán desembolsarse US$2400 millones.
 

La transición hacia un sistema energético más limpio y eficiente en la Argentina requerirá US$ 2400 millones anuales en inversiones en el segmento de distribución eléctrica hasta el 2040. El dato surge de un flamante estudio regional encargado por la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT) y presentado en un evento realizado en Buenos Aires junto a la Asociación de Distribuidores de Energía Eléctrica de la República Argentina (ADEERA) y la Usina para el Desarrollo Energético Argentino (UDEA).

El evento contó con la presencia del subsecretario de Energía Eléctrica, Damián Sanfilippo, quien valoró estos espacios de discusión sobre el futuro de la distribución energética. “Argentina está en un momento de transición, con reformas clave en el sector energético para lograr la autosustentabilidad del sistema. Trabajamos junto al sector privado para garantizar que las nuevas normas sean efectivas”, afirmó el funcionario. «En Argentina no se estaba pasando el costo real de generación a los usuarios finales. Se están dando pasos importantes para recuperar eso», agregó.

A su turno, Horacio Nadra, vicepresidente de ADELAT y ADEERA, destacó la importancia de preparar a la
industria eléctrica argentina para enfrentar la transición energética. “Tenemos un puente que
cruzar desde nuestra situación actual, desde lo regulatorio
, la infraestructura y nuestras
instituciones sectoriales”, señaló.

El estudio utiliza un modelo de inversiones encargado por ADELAT a la consultora Grupo Mercados Energéticos y tiene como objetivo principal ofrecer una visión detallada de las necesidades de inversión en el segmento de distribución eléctrica de Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guatemala y Perú.

 

Escenarios e Inversiones

El estudio se construyó a partir de dos escenarios prospectivos para el año 2040: un escenario teórico de “transición efectiva”, que busca alcanzar niveles de electrificación similares a los propuestos por un estudio realizado para la Unión Europea para 2030, y un escenario de “transición parcial”, ajustada a las particularidades y limitaciones de la región. Cada escenario contempla diferentes niveles de progreso en once vectores, entre los que se encuentran la electrificación de nuevos usos y la electromovilidad.

Para el caso argentino, el estudio encuentra que en distribución se requieren inversiones anuales adicionales por US$ 1.600 millones para lograr una transición efectiva y por US$ 800 millones anuales para una transición parcial, de forma sostenida hasta el año 2040. Estas inversiones son adicionales al crecimiento tendencial de las inversiones por parte de las distribuidoras, estimadas en US$ 800 millones anuales en el escenariode transición efectiva y en US$ 600 millones anuales en el de transición parcial. Por lo tanto, en el escenario más ambicioso, las inversiones anuales (US$ 2400 millones) acumuladas al 2040 ascenderían a US$ 40.800 millones.

Si se toman en cuenta los siete países analizados, los resultados revelan que en el escenario de transición efectiva se requiere una inversión de US$ 289.000 millones adicionales a las que ocurrirían de mantenerse la tendencia reciente (US$ 143.000 millones), haciendo un total de US$ 431.000 millones para las distribuidoras de estos países, en una ventana de 17 años. Para el segundo caso, de transición parcial, las inversiones adicionales son de US$ 174.000 millones que, sumadas a los US$ 133.000 millones de carácter tendencial, hacen un total de US$ 307.000 millones.

Los escenarios fueron alimentados por datos suministrados por las empresas distribuidoras asociadas a ADELAT, una caracterización detallada de la situación actual en cada país, y proyecciones de demanda energética.

Fuente: Econo Journal

 

 

Proponen acciones para una electrificación que no afecte al usuario final en Latinoamérica

Proponen acciones para una electrificación que no afecte al usuario final en Latinoamérica

Como ya había anticipado Energía Estratégica, durante el Webinar «Sin inversión no hay transición: el futuro de la distribución eléctrica en América Latina” (ver transmisión), la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT) presentó estudio con las inversiones necesarias en infraestructura de distribución de la región para garantizar una transición energética efectiva, inclusiva y sostenible.

El reporte llevado adelante por la consultora GM Global y ADELAT plantea dos escenarios de transición energética al 2040 para 7 países de la región (Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guatemala y Perú).  Uno más optimista en el que se invertirán 431 billones de dólares y otro más conservador en el que la cifra asciende a 307 billones de dólares.

No obstante, durante el evento, expertos del sector afirmaron que para materializar estas inversiones el sector público, los distribuidores y el órgano regulador de cada país deben superar ciertos desafíos.

Algunos de ellos son: la creación de un planeamiento nacional unificado flexible para mejorar la generación, transmisión y distribución de energía; facilitar el acceso al financiamiento a distribuidoras; diseñar estructuras tarifarias eficientes; desarrollar esquemas de remuneración que permitan el reconocimiento anticipado de las inversiones; agilizar y simplificar procedimientos de autorización y permisos asociados a inversiones de transición energética, entre otros.

En línea con estos retos, Danilo Zurita, Jefe del Departamento Eléctrico de la Comisión Nacional de Energía de Chile (CNE), uno de los organismos públicos más avanzados de la región, señaló: “Estamos afectados por el cambio climático, el dinamismo tecnológico y cambios en el patrón de consumo energético. Tenemos como desafío invertir en infraestructura, realizar monitoreos y prevención de la red. Esto se logra con mecanismos como la medición inteligente y modificaciones regulatorias que reconozcan las realidades locales de cada región para garantizar la calidad del servicio”.

De acuerdo al experto, mientras más seguridad haya en los sistemas de transmisión para la colocación de energía renovable, los incrementos en los costos para aportar esa resiliencia probablemente se vean equilibrados con un entorno completo.

A su turno, Medardo Cadena, asesor del secretario ejecutivo de la Organización Latinoamericana de Energía (OLADE) , advierte que, según las estimaciones de la entidad, el objetivo de alcanzar cero emisiones al 2050 requiere triplicar la capacidad instalada en generación que actualmente es de 500 GW a 1500 GW al 2050. Esto en términos de inversión, representa entre 3 y 4 trillones de dólares, una suma muy grande en la región.

Ante estas cifras, insistió: “El gran reto es avanzar en esta transición sin afectar al usuario. Para ello, hay que atraer esas inversiones con el menor costo de capital y riesgo posible, lo cual se logra trabajando mucho en la regulación. El marco normativo tiene que ser lo suficientemente flexible para incorporar todos los efectos de la tecnología e innovación y, por otro lado, ser lo suficientemente clara y con señales de largo plazo que den la seguridad para atraer inversión”.

En este contexto, Cadena sugirió que mantener espacios de diálogo es fundamental para que todos los actores estén sintonizados con estas necesidades y obligaciones en pos de alinear la visión del sector privado con el público.

“La transición energética sólo se logrará a través de la electrificación. Por ello, cuando hablamos de tarifa hay que mirar la película completa.  A veces fallamos en cómo transmitir al usuario final los beneficios de migrar hacia energías limpias. Hay que fortalecer el diálogo para superar estos desafíos”, afirmó.

En el cierre del webinar, a modo de conclusión, el vicepresidente de ADELAT, Horacio Nadra, coincidió con los especialistas y argumentó: “El desafío es enorme porque nuestras redes no están preparadas para soportar tanta energía. Muchas veces en Latam nos cuesta sostener políticas a largo plazo y hablar de tarifas eléctricas. Son temas que hay que debatir y lograr consenso porque el cambio es inevitable”. 

“Además, por la dinámica de las tecnologías involucradas la velocidad del cambio es exponencial. Eso nos tiene que impulsar hacia adelante para lograr paulatinamente semejante transformación. Es una gran oportunidad para todo los países de Latinoamérica y tenemos que estar preparados”, concluyó.

Fuente: Energía Estratégica

https://www.energiaestrategica.com/proponen-acciones-para-una-electrificacion-que-no-afecte-al-usuario-final-en-latinoamerica/

 

Distribución eléctrica: expertos aseguran que sin inversión no hay transición energética

Distribución eléctrica: expertos aseguran que sin inversión no hay transición energética

“Sin inversión no hay transición”. Bajo este lema se llevó a cabo un nuevo webinar organizado por la Asociación de Distribuidores de Energía Eléctrica Latinoamericana (ADELAT), donde los principales referentes de la región identificaron las claves de este nuevo cambio de paradigma.

 

Juan Pablo Marzocca, Utility Business Modeling Leadar de Mercados Energéticos, aseguró que “el sistema está migrando hacia una mayor interrelación entre usuarios finales y empresas distribuidoras eléctricas, lo cual incluye la aparición de nuevas tecnologías, mayor electrificación, nuevos usos de vehículos eléctricos y nuevas reglas en cuanto a la oferta y la demanda”.

 

Para 2040 con el foco puesto en la transición energética se esperan inversiones que podrían superar los U$S 430 billones por parte de los países que integran Latinoamérica.

 

Durante su exposición, Danilo Zurita, Jefe del Departamento Eléctrico de la Comisión Nacional de Energía de Chile señaló que en su país no existe una certeza para la población de que un incremento en las tarifas se transforme en infraestructura y tecnología por las características de este modelo, y en la contraparte tampoco hay una señal para las empresas de distribución de que estos recursos adicionales sean permanentes y logren financiar infraestructura de largo plazo. Hay un dilema en ambas partes.

 

“Hay que modificar nuestro marco de la distribución, hay gran acuerdo en esto en el sector político, energético, etc. Ciertas modificaciones van a dar certezas y beneficios a todos los incumbentes, reconociendo las realidades locales de cada una de las empresas, incorporando nuevas tecnologías; y ambas cosas de la mano de la eficiencia que trae”, sostuvo.

 

Por su parte, Carlos Alberto Calixto Mattar, Director del Grupo de Trabajo de Electricidad de ARIAE y Superintendente de Regulación de los Servicios de Distribución de ANEEL de Brasil opinó que vamos a pasar por un proceso que empieza en 2025, que tiene que ver con actualizar las concesiones de distribución. 

 

“Deberíamos considerar las inversionesde las distribuidoras de forma anual. El modelo actual deberá pasar por una revisión. No existe la posibilidad de tener una transición energética si no hay una inversión en las redes de transmisión y distribución. Sin redes no hay transición”, advirtió.

 

Y agregó:“Brasil y gran parte de América Latina enfrentan desafíos similares como sequías en la región del norte de Brasil, donde tenemos una de las mayores usinas cerca de la frontera entre Brasil y Bolivia, y se está viendo impactada por la escasez de agua en la región. Además, recientemente hemos enfrentado un fenómeno extraordinario de un exceso de lluvias en el estado de Rio Grande Do Sul que azotó a la región y eso nos lleva a preocuparnos cada vez más con estas inversiones en las redes de distribución, en las fuentes renovables de energía eléctrica y en las fuentes más robustas que sean menos intermitentes, como baterías, que necesitan incorporarse al sistema”.

 

Y destacó que “los países en desarrollo, dentro de los cuales está Brasil incluido, vamos a necesitar invertir un valor muy significativo y, dentro de esas inversiones, un 13% deberían ser inversiones en redes de transmisión y distribución, y un 14% deberían ser inversiones en eficiencia energética. El resto debería estar distribuido entre movilidad eléctrica, usinas, solares, fotovoltaicas, baterías, almacenamiento y algunos otros elementos que tendremos que utilizar para el potencial hidráulico de la región”.

 

En tanto, Medardo Cadena, Asesor del Secretario Ejecutivo en OLADE, remarcó que el objetivo de alcanzar 0 emisiones hacia el 2050 requiere incrementar la participación de la electricidad en la matriz energética, que actualmente representa aproximadamente el 19% y el objetivo sería elevarla al 36%.

 

“Para eso se requiere triplicar la capacidad instalada en generación que actualmente es de 500 GW, tendríamos que subirla al 1500 GW hacia al año 2050. Esto en términos de inversión, representa aproximadamente 1.9 trillones de dólares, a los que deberíamos sumar toda la inversión que está estimada en distribución y la inversión estimada en transmisión. Estaríamos hablando de una cifra sumamente grande, estamos hablando de entre 3 y 4 trillones de dólares que requiere movilizar la región para llevar a la práctica el proceso de transición energética”, concluyó.

Fuente: Mejor Energía

https://www.mejorenergia.com.ar/noticias/2024/09/06/3246-distribucion-electrica-expertos-aseguran-que-sin-inversion-no-hay-transicion-energetica

 

Adelat suma la adhesión de Costa Rica con la incorporación del ICE

Adelat suma la adhesión de Costa Rica con la incorporación del ICE

Con la afiliación del Instituto Costarricense de Electricidad, el organismo suma 19 asociaciones y empresas de distribución eléctrica de América Latina.

La Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (Adelat) anunció la incorporación del Instituto Costarricense de Electricidad (ICE) como miembro.

El ICE es una una empresa estatal de Costa Rica encargada de la generación, distribución y comercialización de energía eléctrica, así como de la provisión de servicios de telecomunicaciones. “Esta vinculación amplía el alcance de Adelat para fomentar un ambiente de colaboración e impulsar estrategias para potenciar el rol de los Operadores de Sistemas de Distribución (“DSO”, por sus siglas en inglés), como habilitadores de la transición energética”, señalaron desde la organización regional.

El Instituto Costarricense de Electricidad fue fundado el 8 de abril de 1949, con el objetivo de promover la electrificación de Costa Rica. Desde su creación, la cobertura del servicio eléctrico aumentó del 14% al 99,4% de la población del país.

Se trata de la empresa eléctrica más grande de ese país y, además de distribuir energía, administra el Sistema Eléctrico Nacional (SEN), es el principal generador del país y el encargado de la transmisión.

El jefe de la División de Distribución y Comercialización de ICE, Ángelo Vargas, celebró la adhesión y comentó sobre las expectativas de la empresa: “Confiamos en que la incorporación a Adelat nos permitirá participar activamente en la construcción de propuestas que aumenten la competitividad de nuestro país y de la región, aprender pero de igual forma aportar desde nuestra experiencia sobre cómo elaborar estrategias que impulsen el rol de las distribuidoras de energía eléctrica”.

Por su parte, el presidente de Adelat, Aldo Pessanha, expresó que “contar con nuevos actores del sector es muy valioso, ya que contribuyen al proceso de integración de la región, al fortalecimiento de la generación de conocimiento y al desarrollo de nuevas tecnologías”.

De esta manera, Adelat quedó conformada por 19 empresas y asociaciones de distribución eléctrica que están presentes en ocho países: Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, Guatemala y Perú.

Fuente: Revista Electricidad

https://www.revistaei.cl/adelat-suma-la-adhesion-de-costa-rica-con-la-incorporacion-del-ice/

El mercado energético que los inversores tienen bajo la lupa

El mercado energético que los inversores tienen bajo la lupa

El mercado de la distribución eléctrica se proyecta hoy con una interesante perspectiva para los inversoresLa transición energética implica una serie de retos para la calidad del servicio eléctrico, dado que la infraestructura existente debe adaptarse a nuevas demandas y tecnologías.

Entre los principales aspectos de esta transición se encuentran la mayor electrificación, la movilidad eléctrica, la integración de recursos energéticos distribuidos (RED) y, de manera transversal, la resiliencia de las redes frente a eventos climáticos extremos.

“Estas nuevas dinámicas plantean la necesidad de nuevas reflexiones sobre las estructuras de mercado y la regulación de la actividad de distribución, principalmente en el ámbito de los incentivos a las nuevas inversiones y su impacto en las tarifas finales a los consumidores”, según el informe publicado por la Asociación de Distribuidores de Energía Eléctrica Latinoamericana (ADELAT).

 

Del análisis se desprenden que la electrificación de diversos sectores, desde la industria hasta el hogar, implica un aumento significativo en la demanda de electricidad. 

Este fenómeno plantea varios desafíos para la red de distribución. Por un lado, la capacidad de la red donde las infraestructuras existentes pueden no ser adecuadas para manejar el incremento en la demanda, requiriendo actualizaciones y expansiones significativas. La sobrecarga de la red puede provocar interrupciones y reducir la calidad del servicio. 

Y por el otro, la gestión de picos de demanda más pronunciados, especialmente en periodos de uso intensivo. Las distribuidoras deben implementar soluciones para gestionar estos picos y evitar fallos en el suministro. 

 

Desde la mirada de ADELAT, los niveles de confiabilidad están directamente relacionados con los incentivos que otorgan los marcos regulatorios, que, en buena parte de los países de América Latina, se han enfocado en minimizar los costos de la distribución para cierto nivel de calidad del servicio, lo que produce un incentivo negativo que limita las inversiones en confiabilidad. 

“Hay una relación entre la presencia de regulaciones que remuneran las inversiones, la institucionalidad necesaria para hacerlas válidas, y la calidad del servicio que se otorga. 

En este sentido, un análisis de regresión de los indicadores de calidad para América Latina, realizado por la consultora BA Energy Solutions, encontró que los indicadores de calidad de servicio (SAIFI, SAIDI), tienen una correlación negativa con el valor agregado de distribución fijado por los reguladores (VAD), lo que puede explicarse por la falta de recursos ocasionada por valores bajos de remuneración tarifaria, que afectan las inversiones en actualización de la red y en las acciones de mantenimiento preventivo y predictivo”, detalla el informe.

 

Y sostiene que “los marcos regulatorios juegan un papel crucial en la mejora de la calidad del servicio eléctrico, y es necesario realizar ajustes y mejoras para que estos sean claros, coherentes y flexibles, fomenten la innovación y la competencia en el sector, así como esquemas tarifarios eficientes técnica y económicamente, y que remuneren adecuadamente las inversiones en nuevas tecnologías”.

 

Fuente: El Economista

https://eleconomista.com.ar/energia/el-mercado-energetico-inversores-tienen-lupa-n76847

ADELAT: Unifying Energy Efforts Across Latin America

ADELAT: Unifying Energy Efforts Across Latin America

Q: How does ADELAT promote regional energy integration and facilitate collaboration among electricity distribution companies in Latin America?

A: ADELAT was created in 2022 with the objective of promoting the key role of energy distributors in the energy transition roadmap in Latin America. We have 19 members from seven countries: Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Ecuador, Peru, and Guatemala. We represent 70 million consumer units.

We focus on three main axes. The first is the generation of knowledge, and we have created various resources, including the recently published paper, Regulatory challenges and improvements for electrical distribution in the Latin American energy transition. This paper concluded that the energy transition requires an upgrade of networks for guaranteeing the flexibility, new hosting capacity and bidirectional energy flows management coming as a consequence of new customers behavior in the electrification era, which will demand an unprecedented level of investments especially in digitalization and automation. We also produce “DSO Briefs,” which are documents on specific topics, such as electric mobility, renewal of concessions, resilience, and integration between telecommunications and distribution.

The second axis is including the energy distribution activity into the public agenda of energy transition at institutional level in each country we have presence . The third axis is to build alliances and promote collaboration between partners and multilateral organizations, bringing together leaders and experts to generate synergies gathering forces to consider the distribution network as the platform in which all these plans must work in the near future. We have already signed many agreements for this purpose, aiming to help Latin American distributors work toward the energy transition.

Q: What is the importance of Mexico in this integration process?

A: An important point of our strategy is the exchange of good practices. Despite the differences between countries in terms of the state of electricity matrix technologies, the region has many points in common. One is the growing adoption of renewable energy and the abundance of natural and mineral resources. We plan to use ADELAT as a forum to exchange knowledge and practical experiences.

Mexico has a peculiar composition. For example, Brazil had a large government company called Electrobras, which covered everything from distribution to generation and transmission, which is similar to Mexico’s CFE. There are many experiences the countries can share. Mexico is a fundamental piece for our association. Like Brazil, it is a large country that has a large population, which implies high energy consumption. The country faces various challenges in the implementation of new technologies related to the energy transition, such as EVs, remote measurement, and energy storage. Mexico also faces specific challenges regarding its electricity matrix composition and decarbonization.

Q: What challenges are specific to distributed generation in Mexico?

A: The integration of distributed energy resources, such as solar energy and storage systems, and changing electricity demand cycles and flows make the distribution network much more complex. Therefore, distributors face the challenge of adding new functions, roles, and responsibilities. They stop being simply operators of a distribution network and become large operators, managing a much more complex distribution system that involves the integration of new actors and technologies. This means they need more flexibility to coordinate bidirectional energy flows and take full advantage of the flexibility offered by new players.

Q: What are the biggest challenges faced by electricity distributors in Latin America?

A: In terms of financing, we are seeing the implementation of new technologies for automation and real-time measurement, which impacts both operating costs (OPEX) and capital expenditures (CAPEX). It is crucial to understand how much is being invested and its potential return in economic and social terms. The paradigm shift from minimizing costs to maximizing benefits for society is fundamental.

Resilience is also important. The market faces significant challenges, such as the introduction of new technologies that decentralize the network. We are also dealing with the climate crisis and concerns about greenhouse gas emissions. Extreme weather events are becoming more frequent and intense, and less predictable. In this context, energy distributors play a key role since they must guarantee both the flexibility and resilience of the system.

Q: What are the main trends you identify among energy players in Latin America and Mexico in terms of technological and financial innovations?

A: The consumer is much more active and informed, seeking to not only consume energy but also to generate it. For example, Brazil’s wholesale market is expected to open, which will cover all high voltage needs. The country is also experiencing strong growth in solar and wind energy, which poses a significant challenge due to their intermittent nature. Thus, the distribution network remains crucial.

Batteries are also decreasing in price, but we face challenges such as the implementation of demand response mechanisms, which can improve economic efficiency but require regulatory changes such as flexible rates or hourly rates. We are also exploring the use of new technologies such as AI, augmented reality, and advanced measurement systems. These technologies generate valuable data that can be used to forecast energy consumption and improve workplace safety, among other uses.

Q: What role do consumers play in shaping these trends and how are distributors adapting?

A: We are experiencing a major transformation in the electricity sector driven by a more active, empowered consumer. This implies that the entire chain, from generation to distribution, marketing, regulation, and technological services, must adapt. For example, we can explore changes in regulation, but in a controlled way and through small pilot projects. We must look for new ways to distribute energy that align with the needs and expectations of the general consumer.

Distributors already perform their usual functions and roles, which include metering, distribution network maintenance, and outage management. However, the system is becoming more complex due to the presence of multiple actors and distributed energy resources, as well as the existence of bidirectional energy flows. Distributors face the challenge of coordinating and optimizing all these variables, which requires significant investments.

This occurs in a context in which some consumers are opting for distributed energy generation, which increases the complexity of the system and the need for investments. On the other hand, the implementation of new technologies, such as automated and remote measurement, also implies additional costs for distributors.

 

Association of Latin American Electricity Distributors (ADELAT) is a nonprofit organization created in 2022 to promote collaboration among energy distributors in the region. It has 19 members from eight countries: Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, Peru, and Guatemala.

 

Fuente: México Business News

https://mexicobusiness.news/energy/news/adelat-unifying-energy-efforts-across-latin-america