Unleashing Solar Potential to Guarantee Sustainable Energy Supply

Unleashing Solar Potential to Guarantee Sustainable Energy Supply

Solar energy emerges as a promising solution within Mexico’s energy sector, providing a viable pathway toward sustainability. Through an examination of Mexico’s present standing in solar energy, coupled with technological advancements and the potential for distributed generation and energy storage, stakeholders are set to unlock the full potential of solar energy, thereby guaranteeing a sustainable and dependable energy supply for the future. Prevailing challenges, such as infrastructure constraints, however, have limited the utilization of these energy generation systems.

Mexico continues to grapple with critical infrastructure constraints, particularly concerning the expansion and modernization of its electrical grid to guarantee a reliable electricity supply. This issue becomes especially imperative in regions characterized by robust industrial development, where there is a notable uptick in energy demand. Furthermore, in underdeveloped areas, improving this infrastructure has the potential to act as a catalyst for heightened industrial investment.

Currently, Mexico possesses abundant solar resources, making it an ideal candidate for solar generation. Embracing solar energy not only contributes to sustainability but also reduces dependence on fossil fuels and mitigates environmental impacts associated with traditional energy sources. Empowering the end-user to make decisions regarding their energy consumption marks a significant shift, driven by technological advancements. “In a country where 90% of households are domestic, reducing dependency on the grid is inevitable,” said Jorge Musalem, Strategic Projects Manager, CFE.

The increased utilization of solar is key for Mexico to advance in its energy transition, but also to ensure the continued harnessing of the benefits that nearshoring has brought to the national economy. “Mexico is in a particular condition not only due to nearshoring but also because its generation matrix relies on fossil fuels,” said Nelson Delgado, General Manager, ASOLMEX. “If we are not capable of generating solar energy, nearshoring will slip away from us,” added Zúñiga.

To enhance the adoption of solar energy and improve Mexico’s energy supply, stakeholders must prioritize the implementation of solar projects and invest in infrastructure to support distributed generation.” If we generate and store energy at the point of consumption, rather than transporting it, costs are reduced. It is only a matter of time before users start to opt out of the grid,” said Musalem.

“We want to power industrial parks, yet we see almost 100% of the rooftops empty. There is very limited photovoltaic solar generation,” said Ricardo Zúñiga, Country Manager, CapWatt.

Another challenge facing the solar industry in Mexico is the lack of transmission infrastructure to accommodate the growing demand for renewable energy. To address this issue, DG has appeared as a crucial alternative. These systems have experienced significant growth, notably led by Jalisco, marking its most successful year to date. Despite limitations such as a maximum capacity of 0.5MW per installation, which falls short compared to Brazil’s 5MW capacity, the sector has seen a remarkable surge of 49% since 2019. This highlights a notable shift toward renewable energy participation, despite initial governmental reservations. By the end of 2023, DG had attracted investments totaling US$4.5 billion, with an installed capacity of 3,300MW, according to CRE.

From a technological standpoint, significant advancements have been made in the implementation of photovoltaic projects in Mexico. Innovations in solar panel efficiency, energy storage systems, and grid integration technologies are revolutionizing the solar industry, rendering solar energy more accessible and cost-effective.

“Efficiency rates of modules have surpassed 20%, compared to previous standards, utilizing less space and incorporating bifacial technology. These advancements have led to increased efficiency, reduced degradation, and maintained high performance over time,” said Iván Reyes, Utilities Director, LONGi Solar. By leveraging these advancements, stakeholders can overcome technical barriers and accelerate the deployment of solar projects, driving the sustainable energy transition across the country. Moreover, the solar industry must educate stakeholders on the economic benefits of various technologies, extending beyond installations up to 500kW, according to Musalem. Furthermore, incentivizing industrial adoption through diverse business models is crucial for widespread acceptance, explained Zúñiga.

The economic viability of solar energy presents an attractive proposition for industry development. According to a report by the Mercom Capital Group on corporate financing within the solar sector in 2023, there was a notable 42% year-on-year increase in global financing. This report meticulously tracks venture capital, public market, and debt financing activities, revealing a substantial total of US$34.3 billion raised across 160 deals in 2023. This represents a significant surge compared to the US$24.1 billion raised through 175 transactions in 2022, marking the highest level of corporate financing within the solar sector in the past decade.

Solar photovoltaic generation holds immense potential to guarantee a sustainable energy supply in Mexico. By embracing solar energy solutions, leveraging technological advancements, promoting distributed generation, and addressing infrastructure constraints, stakeholders can unlock the full benefits of solar energy and pave the way for a cleaner, more resilient energy future, agree experts.

“All that is new requires adaptation, especially when it comes to such an essential service as electricity. Now, meeting the transition is imperative, with numerous challenges and hurdles ahead,” said Alessandra Amaral, Executive Director, ADELAT.

 

Fuente: México Business News

https://mexicobusiness.news/energy/news/unleashing-solar-potential-guarantee-sustainable-energy-supply?tag=adelat

ADELAT realiza webinar sobre a distribuição como habilitadora da mobilidade elétrica na América Latina

ADELAT realiza webinar sobre a distribuição como habilitadora da mobilidade elétrica na América Latina

 

O encontro virtual será realizado no dia 21 de março via Zoom com inscrição e transmissão em vivo desde o perfil no LinkedIn da Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina (ADELAT).

 

A ADELAT reunirá especialistas internacionais para discutir o estado de desenvolvimento da mobilidade elétrica na região a nível público e privado. Serão analisadas as principais contribuições e desafios das redes de distribuição de energia, além de fazer um percurso pelo estado da mobilidade elétrica na região. Por outro lado, serão abordadas perspectivas futuras, benefícios e a experiência internacional que possa ser capitalizada. 

O painel de discussão será moderado pelo Diretor Regional da Latam Mobility, Andrés García Giraldo, e contará com palestrantes como o Ponto Focal de Inovação da Enel Iberia, Jorge Sánchez Cifuentes, que fará uma apresentação introdutória sobre o tema em questão, e do Coordenador Geral do Grupo de Estudos do Setor Elétrico – GESEL e Professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Nivalde J. de Castro, que, por sua vez, contribuirá à discussão a partir de uma perspectiva focada na área acadêmica.

A visão sobre este cenário a partir da cooperação multilateral será fornecido pelo especialista sênior da Divisão de Transportes do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID e colíder da iniciativa de mobilidade elétrica, Raúl Molina, enquanto a Diretora Executiva da Associação Costa Rica de Mobilidade Elétrica – ASOMOVE e Presidenta da Associação Latino-Americana de Mobilidade Sustentável – ÁLAMOS, Silvia Rojas Soto, contribuirá com a expertise e liderança do país centro-americano na velocidade com que massifica esta tecnologia.

A esses palestrantes se juntará o Diretor Técnico do BRT do Transmilenio, Sistema de Transporte Coletivo de Bogotá, Jaime Enrique Monroy.

O papel chave dos distribuidores de electricidade como facilitadores do seu desenvolvimento é fundamental, especialmente nos países latino-americanos que pretendem mitigar o impacto das alterações climáticas. As vantagens desta nova tecnologia são inegáveis, mas o seu real impacto dependerá da implementação, da rapidez da sua adoção e das características específicas de cada área.

Desta forma, as ideias partilhadas pelos painelistas convidados alimentarão as reflexões sobre a importância da eletromobilidade na região, os benefícios alcançados com o seu avanço, o estado atual, bem como os principais desafios e soluções, especialmente aqueles que envolvem a rede de distribuição para habilitá-la.

Este webinar será realizado no âmbito do ciclo Voz Especialista ADELAT, no qual a Associação reforça o seu compromisso em cumprir o seu objetivo institucional de construção de conhecimento específico e intercâmbio de boas práticas numa dimensão global.

 

 

*Para mais informação ou notas de imprensa, escrever para comunicacion@darkturquoise-zebra-776384.hostingersite.com

Sobre ADELAT

A Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica latino-americana no âmbito da transição energética.

 

ADELAT reúne especialistas internacionais para analisar o enfrentamento de eventos climáticos extremos e o papel da resiliência nas redes de distribuição elétrica

ADELAT reúne especialistas internacionais para analisar o enfrentamento de eventos climáticos extremos e o papel da resiliência nas redes de distribuição elétrica

A Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina (ADELAT) realizou o webinar “Resiliência: definição, métricas e possíveis modelos regulatórios”, no qual renomados especialistas globais debateram com o presidente da ADELAT, David Felipe Acosta Correa, e a diretora executiva, Alessandra Amaral, os desafios das redes de distribuição face a eventos climáticos extremos que afetam significativamente a infraestrutura.

A apresentação dos painelistas focalizou-se nas consequências diretas destes casos que incidem na continuidade e qualidade da prestação de serviços e também sobre como melhorar a forma de enfrentá-los, segundo os acontecimentos recentes na Argentina, no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

A meteorologista e CEO do Grupo Climatempo do Brasil, Patricia Diehl Madeira, apresentou conceitos-chave sobre gases de efeito estufa, aquecimento global e mudança climática. Nesse quadro, referiu-se a uma análise da Climatempo sobre a resiliência das redes elétricas e a atual possibilidade de prever as áreas que serão mais afetadas pelas alterações climáticas. “Isto é uma realidade, está acontecendo, vai piorar e a gente tem que tomar as providências e existe a possibilidade da gente prever de uma forma global quais são as áreas que vão ser mais atingidas    pelas mudanças climáticas”, disse.

Neste cenário de transição energética e eletrificação dos consumos, os investimentos para melhorar a resiliência das redes são fundamentais. Mark McGranaghan, Electric Power Research Institute (EPRI) Europe DAC Fellow, afirmou que é “crucial” ter ferramentas para avaliar diferentes alternativas de investimento e realizar análises de custo-benefício dessas opções. O painelista catalogou de desafio “devido a que envolve eventos relativamente pouco frequentes, em comparação com as métricas tradicionais de confiabilidade de número de interrupções e número de minutos interrompidos”.

McGranaghan observou que não existem ferramentas como a calculadora de gelo, que é usada para avaliar o custo dos eventos de confiabilidade tradicionais, mas não outros que ocorrem com menos frequência e têm grande impacto. “Portanto, o valor da resiliência é um tema de investigação no qual estamos a trabalhar muito ativamente”, acrescentou.

Neste sentido, explicou que para atribuir um “valor à resiliência” é importante estabelecer métricas para ter resultados equitativos e implementar estratégias de investimento conforme com as melhorias que o sistema local necessita.

Para o avanço destes objetivos e oferecer respostas adequadas, os especialistas concordaram que é necessária uma abordagem por parte das autoridades e dos reguladores.

O diretor-executivo de Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), Ricardo Brandão, enfatizou a necessidade de mudar o atual modelo regulatório, pois “não é suficiente para enfrentar a situação”. Na mesma direção, o diretor de Estudos das Empresas Eléctricas A.G. do Chile, Andrés Alfonso Vicent, refletiu sobre o modelo chileno e afirmou que não basta para atender as demandas em vigência.

Brandão compartilhou os eixos fundamentais de trabalho propostos pela ABRADEE, os quais compreendem: 1. padrões de distribuição mais resilientes; 2. mecanismos para que as redes aéreas atuais sejam mais resilientes; 3. modelos preditivos do clima; y 4. uma rede de árvores que seja compatível com o desenho urbano.

Vicent colocou no debate se a resiliência deveria se focar na eficiência ou, do outro lado, na eficácia. “Aqui temos uma dicotomia, um duplo jeito de pensar que pretende sermos eficazes em combater a resiliência, mas continuamos detenidos em paradigmas e mentalidades de eficiência”, explicou. Analisou que a imersão atualmente está na tarifa. “O nosso maior desafio é sobre como transformarmos este risco da mudança climática, internalizá-lo na rede, porém também estabelecer um equilíbrio com a tarifa”, concluiu.

No final do webinar, o Ex Diretor Executivo da Comissão de Regulação de Energia e Gas (CREG) e gerente de ASPROEN S.A.S, Jorge Valencia, falou sobre a mudança do setor há pouco mais de 5 anos na Colômbia e concordou com os demais painelistas no fato que as “regulações sejam mais flexíveis face aos eventos extremos contra os quais (os sistemas de distribuição) estão constantemente batalhando”. 

“É um árduo trabalho para as instituições reguladoras, cujas sinais de melhoria às empresas devem continuar, mas no entanto também devem ter consciência que a cada vez mais surgem este tipo de situações, nas quais para garantir a continuidade e disponibilidade de um serviço de qualidade é preciso reconhecer às empresas pelos seus investimentos”, destacou.

Acesse aqui para visualizar o webinar completo.

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Sobre ADELAT

A Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica latino-americana no âmbito da transição energética.

Los desafíos y oportunidades de los clientes y las distribuidoras latinoamericanas hacia la transición energética de América Latina: ADELAT

Los desafíos y oportunidades de los clientes y las distribuidoras latinoamericanas hacia la transición energética de América Latina: ADELAT

América Latina desempeña un papel crucial en la transición energética global debido a su rica dotación de recursos naturales y minerales, lo que le brinda la oportunidad de liderar en la adopción de fuentes de energía renovable.

Sin embargo, esta transición cuenta con múltiples desafíos que deben ser superados oportunamente. Incentivos para la inversión y la financiación de las inversiones requeridas, infraestructura oportuna y una regulación que le permita a Latinoamérica cerrar las brechas que aún persisten y avanzar de forma decidida en cuanto a los nuevos retos que ya son una realidad.

A pesar de esto, en un camino impulsado por acuerdos climáticos, los países latinoamericanos tienen la capacidad de compartir lecciones y mejores prácticas entre sí, aprovechando sus similitudes en recursos y enfrentando sus diferencias en aspectos como la matriz eléctrica y el uso de nuevas tecnologías.

Así que para comprender más a fondo el panorama energético de América Latina, Review Energy pudo conversar con Alessandra Amaral, directora ejecutiva de la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas , ADELAT. Para ella, uno de los desafíos que enfrenta la región en su camino hacia un futuro energético más sostenible es la adopción de modelos regulatorios y de incentivos. Estos deben sincronizar las nuevas inversiones realizadas con una remuneración más oportuna en el tiempo, mejorando sustancialmente la eficacia y la eficiencia de los nuevos planes de inversión que se proveen de mayor volumen, a razón de las necesidades de la Transición Energética.

La directora ejecutiva de ADELAT, destaca que el desafío para los países de Latinoamérica es grande porque las distribuidoras, deben de concluir los retos de tiempo atrás, como lo son la reducción de las pérdidas, la universalización del servicio y la calidad, así como los nuevos desafíos que surgen, cada vez con mayor fuerza.  En general, las distribuidoras asociadas están fuertemente comprometidas con asegurar la habilitación de la transición energética y, por ello, ADELAT busca junto con los reguladores construir los modelos más adecuados para todas las partes.

Amaral subraya que una de las palancas para resolver estos nuevos desafíos en la región es la importancia de compartir lecciones y mejores prácticas entre los países latinoamericanos, considerando todos los aspectos intrínsecos a estos nuevos desarrollos en la actividad de distribución de energía eléctrica.

En este sentido, se puede mencionar: la sensorización y digitalización de la red, los planes para aumentar la resiliencia de las redes, la atención oportuna de las nuevas conexiones derivadas de la generación distribuida, la medición inteligente, la habilitación de la movilidad eléctrica, la electrificación de la industria y los hogares, entre otros aspectos. Señala que esos mismos países tienen muchas necesidades en común, y esto es una excelente punto de partida. Por lo que enfatiza que las experiencias pueden intercambiarse para formar un bloque más homogéneo, compuesto por las mejores prácticas de cada país.

La colaboración entre los países latinoamericanos para acelerar la adopción de energías renovables es fundamental, según Amaral. Ella explica que esto depende no solo de los recursos geográficos y naturales, sino también de políticas públicas que generen soluciones que permitan el desarrollo de estas fuentes.

Sin embargo, desde la perspectiva de Amaral, las empresas, los gobiernos y la sociedad civil pueden trabajar juntos para superar los desafíos energéticos en la región, buscando continuamente superar las barreras tecnológicas y aumentando la eficiencia. Asimismo, destaca la importancia de que los gobiernos incentiven los ‘sandboxes’ regulatorios y las nuevas tecnologías, priorizando la seguridad del servicio de energía eléctrica.

Además, subraya que es crucial actuar como un enlace entre los países, los gobiernos locales y los organismos multilaterales. Y a esto añade la importancia de las inversiones en la red de distribución y el papel clave de las agencias reguladoras en este proceso.

“Hay diversas estrategias a implementar, pero recuerdo que todas pasan por el nivel adecuado de inversiones en la red de distribución, lo que tiene un impacto directo en las tarifas pagadas por el consumidor en la distribución, pero igualmente, y de forma positiva, en la ecuación del costo de la energía eléctrica  para el usuario final”, explica Amaral. “En este sentido, las agencias reguladoras desempeñan un papel clave, ya que deben estar abiertas a nuevas inversiones que estimulen las nuevas tecnologías, en línea con la transición energética, pero, al mismo tiempo, no provoquen un sobrecosto al consumidor. Para ello, es necesario tener una medición lo más precisa posible del retorno de estas inversiones, desde el punto de vista del consumidor”.

Finalmente, en su visión para el futuro energético de América Latina, la directora ejecutiva de ADELAT afirma que la región tiene la oportunidad de aumentar la descarbonización en sectores como el transporte, especialmente con la electromovilidad, aumentando los excedentes para el ciudadano y promoviendo la creación de cadenas industriales que dinamizarán la economía de los países.

 

Fuente: Review Energy

https://www.review-energy.com/otras-fuentes/los-desafios-y-oportunidades-de-los-clientes-y-las-distribuidoras-latinoamericanas-hacia-la-transicion-energetica-de-america-latina-adelat

Resiliência e transição energética: lançamos webinar sobre como enfrentar o desafio dos eventos climáticos extremos

Resiliência e transição energética: lançamos webinar sobre como enfrentar o desafio dos eventos climáticos extremos

É fato que os eventos climáticos extremos ocorrem cada vez mais no planeta. Fenômenos meteorológicos de alto impacto, como tempestades, temporais, incêndios florestais e inundações, recaem rapidamente e muitas vezes de forma inesperada sobre as infraestruturas das pequenas e grandes cidades, afetando transversalmente as atividades diárias. Neste cenário, as consequências nas redes elétricas costumam ser alarmantes, gerando prejuízos de milhões de dólares.

Este tipo de eventos, somados à transição energética que estabelece o serviço elétrico como principal fonte de energia, apresenta às empresas de distribuição uma missão que exigirá resiliência, inteligência e adaptação. Como fornecedores, temos o dever de avaliar e repensar as nossas estruturas operacionais o mais rapidamente possível. O objetivo é fortalecer as redes elétricas para minimizar as consequências no serviço.

Confiantes no desafio que enfrentamos, pela Associação Latino-Americana de Distribuidores de Energia Elétrica (ADELAT) convidamos você a participar do nosso webinar “Resiliência: definição, métricas e possíveis modelos regulatórios”, que realizaremos no dia 18 de janeiro via Zoom e LinkedIn Live. A inscrição é gratuita e pode ser feita através do seguinte link: Participe do webinar.

O webinar “Resiliência: definição, métricas e possíveis modelos regulatórios” será desenvolvido como um espaço de escuta, intercâmbio e aprendizagem, no qual especialistas de diversos países compartilharão suas experiências ao lidar com cenários climáticos de emergência. Desta forma, discutiremos as repercussões diretas na continuidade e qualidade da prestação do serviço, na atenção aos usuários afetados, nos mecanismos de segmentação prioritária e nos programas de remediação que deverão ser acionados diante da ocorrência deste tipo de episódios. Como casos testemunhais, adotaremos acontecimentos recentes ocorridos na Argentina, no Brasil, nos Estados Unidos e no continente europeu.

Serão também partilhadas métricas relativas à capacidade de danos que estes fenómenos podem gerar nas redes locais, experiências relacionadas com planos de adaptação e paliação, iniciativas de coordenação com governos locais e implementação de sistemas de cuidados primários.

Os interessados ​​podem se inscrever de forma fácil e gratuita acessando no seguinte link: https://lnkd.in/dqeFeWAv. O encontro será realizado com tradução simultânea para espanhol, português e inglês para que seja amplamente acessível aos públicos interessados ​​nos desafios das redes de distribuição na América Latina. Juntos conseguiremos consolidar novas práticas em um nível regional e local para garantir serviços seguros e de qualidade face a este cenário.

 

Webinar “Resiliência: definição, métricas e possíveis modelos regulatórios”

📌 Inscreva-se gratuitamente aqui: https://lnkd.in/dqeFeWAv

🕤 9h30 (GMT -5).

💻 Via Zoom e LinkedIn Live

🗣️ Espanhol, Português e Inglês com tradução simultânea.




ADELAT lanzará documento sobre impacto de movilidad eléctrica en redes de distribución

ADELAT lanzará documento sobre impacto de movilidad eléctrica en redes de distribución

ADELAT prepara un documento en el cual destaca el rol protagónico que tiene la distribución en el impulso de la movilidad eléctrica.

En diálogo con Mobility Portal LatinoaméricaDavid Felipe Acosta Correa, presidente de la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica Latinoamericanas (ADELAT), comparte detalles del DSO Brief.

Distintos capítulos incluirán información sobre el contexto global y local de la movilidad eléctrica, con especial énfasis en el crecimiento de la adopción de vehículos eléctricos en la región, los desafíos, temas de regulación y las decisiones políticas necesarias.

¿Cuál es la motivación para ADELAT de haber lanzado un comité sobre movilidad eléctrica?
La principal motivación es que se ha escrito mucho sobre movilidad eléctrica pero, desde nuestro punto de vista, no tanto sobre el rol protagónico que tiene la distribución.

Hay que establecer un conocimiento específico de cómo este segmento habilitará y acelerará la posibilidad de la adopción de la movilidad eléctrica, tanto masiva como individual, en cada una de las ciudades y los países.

¿Cuál es el objetivo principal del documento sobre la materia que se lanzará?
El objetivo principal es identificar y resolver cuáles son las inversiones requeridas, cuáles son las modernizaciones que se deben hacer en la red y cuáles son las adaptaciones en este sistema de redes para asegurar una adopción rápida de la movilidad eléctrica en cada país.

Además, nos proponemos revisar el estado del arte en diferentes países y regiones del mundo con el fin de recoger toda esa experiencia y poder utilizarla en Latinoamérica.

¿Qué variables se analizan en el documento?
La primera variable es conocer qué ha sucedido en otros países que tienen una mayor adopción y masificación de la movilidad eléctrica, y así, profundizar qué ha sucedido desde el punto de vista de la distribución.

La segunda variable es analizar cuáles son las proyecciones de movilidad eléctrica para luego calcular las necesidades desde en relación a la distribución.

¿Hay más?
La tercera variable es evaluar los puntos críticos y los más relevantes con los cuales tenemos que hacer planeaciones y tomar decisiones de inversión y adecuación de la red desde este momento.

La cuarta, y última variable, es establecer guías orientativas para las distintas distribuidoras de la región.

¿Cómo consideran que puede impactar en la región?
La movilidad eléctrica tiene beneficios económicos, ambientales, de reducción sustancial de las enfermedades respiratorias y de la reducción del ruido en las ciudades, entre otros aspectos.

Estos beneficios son para todos los estratos socioeconómicos porque se trata tanto de la electrificación del transporte masivo, urbano o rural como de la electrificación del transporte individual.

Por otra parte, también contribuye en el sistema educativo (ya que los niños se enferman menos) y en el aumento de la productividad de una ciudad al reducirse las ausencias laborales.

En relación a los beneficios ambientales se refiere a la emisión y calidad de estas emisiones.

En tanto, los económicos están vinculados al ciclo total de vida de la inversión en este tipo de vehículos -el cual puede ser más del doble- que, sumado a los menores costos de operación y mantenimiento, aumentan considerablemente los excedentes al propietario frente a la utilización de combustibles fósiles.

Por último, abre una serie de posibilidades de cadenas de producción para los distintos países, no sólo para suplir la demanda local sino la demanda internacional en materia de movilidad eléctrica, dada la situación geopolítica actual.

¿Por qué consideraron el valor agregado de los beneficios sociales y económicos hacia los usuarios finales?
Consideramos estos beneficios como el punto de partida para poder sustentar las inversiones que se requieren para el reforzamiento, sensorización, mejora en la calidad y repotenciación de la red para facilitar la adopción de la movilidad eléctrica.

¿Creen desde ADELAT que falta información al respecto al momento de tomar decisiones como usuarios finales?
Consideramos que es necesario establecer un conocimiento específico sobre la distribución ya que es uno de los elementos que menos se han tratado y requiere un desarrollo especial porque es la que habilita la movilidad eléctrica.

Sin la red difícilmente se podrá habilitar la movilidad eléctrica o masificar.

¿Latinoamérica avanza a buen ritmo en movilidad eléctrica?
Latinoamérica tiene grandes oportunidades tanto en la adopción de la movilidad eléctrica como en la posibilidad de establecer o de implementar cadenas productivas tanto para suplir la demanda local como la internacional.

¿Podría ir más rápido? ¿Toda la región se comporta de igual manera?
Los ritmos de adopción de esta tecnología serán cada vez a mayor velocidad. Por eso, se requiere de una preparación temprana por parte de la red.

En Latinoamérica hay muy buenos ejemplos de movilidad eléctrica masiva para el transporte público, como son el caso de Chile y Bogotá, y consideramos que todas estas experiencias pueden ser adoptadas rápidamente por otros países.

¿Se pueden adelantar algunas conclusiones del informe de ADELAT?
Desde ADELAT, evaluamos la gran riqueza de experiencias mundiales que hay al respecto y las queremos aprovechar para ser más efectivos en la adopción de la movilidad eléctrica a un menor costo en general.

La adopción de protocolos y el camino recorrido por otros países nos permiten establecer planes de inversión más focalizados.

 

Fuente: Mobility Portal Latinoamérica

https://mobilityportal.lat/adelat-documento-movilidad-electrica/?swcfpc=1

 

 

Damos as boas vindas para Edenor à ADELAT!

Damos as boas vindas para Edenor
à ADELAT!

A Associação de Distribuidoras de Elétricas Latino-americanas (ADELAT) tem o prazer de adicionar a Edenor às suas empresas associadas. A sua incorporação representa uma valiosa contribuição para a missão de tornar a transição energética uma realidade na região.

 

A Edenor foi fundada em 1992. Hoje se posiciona como a maior distribuidora da Argentina em número de clientes e energia elétrica vendida (em GWh e pesos argentinos). Conta com o maior número de clientes do país com 3,26 milhões, cobrindo 4.637 quilômetros quadrados.  A empresa opera na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) sob o símbolo EDN desde 26 de abril de 2007.

 

Sua missão é prestar um serviço socialmente responsável para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, o desenvolvimento dos negócios e da comunidade, junto com uma visão que procura ser um modelo de excelência em uma empresa de serviço público.

 

O presidente da associação, David Felipe Acosta Correa, expressou satisfação pela adesão de um novo associado na Argentina. “É um grande passo para a ADELAT continuar fortalecendo a cooperação internacional para compreender as realidades que afetam cada país da região. A distribuição de energia elétrica da Edenor impacta quase 11 milhões de pessoas em cenários muito diversos. Isso nos permitirá trocar experiências e contribuir com conhecimentos e ferramentas para acompanhar a empresa e seus clientes na transformação energética.”

 

Esta união fortalecerá a investigação, o desenvolvimento de novas tecnologias e a troca de experiências para materializar uma transição energética que beneficie todas as pessoas através de uma profunda modernização da distribuição elétrica. 

 

Assim, a ADELAT é formada por 19 empresas de distribuição elétrica e 2 entidades nacionais que estão presentes em sete países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala e Peru.



*Para mais informações ou comunicados de imprensa, escreva para comunicacion@darkturquoise-zebra-776384.hostingersite.com 

 

Sobre ADELAT

A Associação de Distribuidoras Elétricas Latino-Americanas é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica na América Latina no âmbito da transição energética.

 

Sobre Edenor

Edenor tem mais de 30 anos de experiência no setor. Fornece eletricidade a 3,2 milhões de clientes de 20 municípios do noroeste da Gran Buenos Aires e da zona noroeste da Cidade Autônoma de Buenos Aires.






ADELAT encerra sua jornada de 2023 focada no protagonismo das distribuidoras com a realização da Edição Brasil “Desafios da distribuição de energia elétrica para impulsionar a transição energética na América Latina”

ADELAT encerra sua jornada de 2023 focada no protagonismo das distribuidoras com a realização da Edição Brasil “Desafios da distribuição de energia elétrica para impulsionar a transição energética na América Latina”

A ADELAT, junto com representantes do Ministério de Minas e Energia (MME) do Brasil, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), da Equatorial Energia, da Universidade de São Paulo e da RegE Consultoria, realizou no Brasil a edição “Desafios da distribuição de energia elétrica para impulsionar a transição energética na América Latina”, já realizada no Equador, Panamá, Chile e Uruguai.

O evento também teve a participação do presidente da ADELAT, David Felipe Acosta Correa., e do diretor de regulação da EDP Brasil, Luiz Felipe Falcone de Souza, que proferiram as palavras de abertura do encontro.

David Felipe ressaltou a relevância de se aplicar planos de investimentos, ou seja, planos eficazes para cada concessão do Brasil, enquanto Luiz Felipe reparou que o sucesso do Brasil em já ter configurado sua matriz como predominantemente renovável permite ampliar a discussão a outros temas como a relevância do consumidor, a estrutura de custos, entre outros aspectos particulares do Brasil.

A diretora executiva da ADELAT, Alessandra Amaral, fez uma exposição das principais mensagens contidas no paper publicado pela associação em maio deste ano. Alessandra apontou a necessidade de “conexão de dados e de coordenação de todos esses novos elementos numa rede em sintonia”, tendo em consideração o contexto atual do setor, segundo o qual a resiliência desempenha um papel protagonista e, por consequência, agrega atitudes e esforços sem precedentes por parte das distribuidoras de energia.

Complementando os dados e conceitos do paper da ADELAT, os painelistas convidados compartilharam perspectivas e vivências sobre aspectos valiosos ao debate para avançar e formatar distribuidoras modernas, resilientes e flexíveis, que atuarão como catalisadoras da transição energética no Brasil e na América Latina.


Frederico de Araújo, do MME, se debruçou sobre a necessidade de as distribuidoras de energia elétrica estarem preparadas para as novas atividades que estão surgindo e, assim, serem efetivamente parte dessa transformação. Nesse contexto, o Ministério “quer participar do debate e estamos propondo medidas que viabilizem a aplicação de medição inteligente para todos, isso no âmbito da prorrogação das concessões”, destacou.


A esse respeito, Leandro Caixeta, da ANEEL, referiu que a agenda de concessões é “extremamente rara, uma concessão de distribuição no Brasil dura 30 anos; é um portal que você abre raramente e queremos aproveitar este portal aberto agora”. A agência reguladora reconhece a necessidade de se adaptar a tempos de mudança e de aproveitar uma janela como a renovação de concessões para encaixar esses espaços para evoluir. “É preciso ter incentivo para que o consumo coincida com a geração, sendo que com a nossa estrutura tarifária monômia e medidores antigos é muito difícil fazer isso; então, também queremos que os contratos de concessão tenham a possibilidade de diferenciação de tarifa”, complementou. 

Desde o âmbito acadêmico, Virginia Parente, da USP, expressou-se sobre o custo extra imposto sobre o sistema pelas energias intermitentes, o qual elas não necessariamente carregam. “A regulação precisa botar o dedo na ferida desses custos que são para a segurança do sistema. Tal segurança é um bem público e precisa ser endereçado e tratado como tal”. O custeio dos investimentos necessários foi um ponto de atenção no discurso da painelista, que conclui indagando: “Como iremos fazer com que os investimentos sejam adequados para o público que está agora ou estará usufruindo desses investimentos no futuro?”. Com essa questão a painelista provocou o público, indicando ser o grande desafio encarado pelo setor.

Tiago de Barros, da RegE Consultoria, mencionou o fato de que a mudança climática e a transição energética não só implicam a renovação da matriz, mas a eletrificação da economia. “Então, vai haver uma mudança de carga, mas uma mudança de carga que vai ser acompanhada de um montante de investimento bastante significativo”, disse. O consultor enfatizou a necessidade de uma mudança de paradigma que permita pensar em valor e em bem-estar social, além de se passar a um modelo de economia de plataforma que une usuários. “A distribuidora já é isso, mas é uma plataforma muito baseada no lado físico. Ela vai ter que se tornar uma plataforma de comunicação e uma plataforma digital”. Tiago destacou que os investimentos adicionais para essa digitalização e modernização não cabem na tarifa de quem paga megawatt/hora. “Aí entra algo que está no modelo trazido pelo Ministério e pela ANEEL para se ter no novo contrato, que é a ideia de as Outras Receitas terem uma participação maior na remuneração desses ativos”, complementou.

Dayanni Grassano, da Equatorial Energia, fez uma reflexão acerca da relevância da rede. “Precisamos ter uma rede adequada para o propósito, pois, sem rede de distribuição, a transição energética não vai acontecer”. Nesse sentido, compartilhou que a Equatorial não pensa apenas em levar a rede para a população, mas também em preparar a rede para os novos entrantes e suas particularidades, além de se preocupar com os reflexos sobre a tarifa. “Estamos na região Norte e Nordeste, áreas onde a tarifa de energia é elevada e o poder aquisitivo é baixo, então temos uma preocupação em relação à capacidade de pagamento do consumidor”, concluiu.

O evento fortaleceu a conexão entre diferentes atores do mercado de energia, permitindo a abertura de debates sobre questões pertinentes à transformação do setor, com vistas não somente aos desafios do futuro, mas principalmente àqueles que já estão presentes na cotidianidade do segmento.

 

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Sobre ADELAT

Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica latino-americana no âmbito da transição energética.

 

ADELAT cresce na região: ENERGUATE é a nova distribuidora

ADELAT cresce na região: ENERGUATE é a nova distribuidora associada

 

 

 

A Associação Latino-Americana de Distribuidores de Energia Elétrica tem o orgulho de anunciar a incorporação da ENERGUATE à lista de empresas associadas como parte dos esforços contínuos para promover a transição energética em toda a região.

 

Trata-se de uma distribuidora de energia elétrica que fornece o serviço a mais de 2,3 milhões de clientes na Guatemala, entre casas de família, empresas e instituições em 298 municípios, em 21 dos 22 departamentos que conformam o país. Além de agregar um membro à associação, é um crescimento na representatividade da ADELAT em um novo país e fortalece os laços de trabalho colaborativo em um nível regional.

 

O trabalho da ENERGUATE é caracterizado por contar com elevados padrões de qualidade, proteção ambiental, práticas responsáveis e seguras e uma relação constante com o entorno social, através do seu programa de Responsabilidade Social Corporativa.

 

A empresa comemorou a adesão, membro desde o 1º de novembro, e enfatizou as expectativas sobre a “troca de experiências, novos aprendizados com especialistas regionais e globais, além do desenvolvimento conjunto de estratégias que promovam o papel das distribuidoras de energia elétrica como habilitadoras da transição energética, contribuindo em gerar um ambiente colaborativo e progresso mútuo.”

 

O presidente da ADELAT, David Felipe Correa Acosta, avaliou a incorporação da ENERGUATE como “fundamental para os propósitos da nossa associação”, que tem uma visão regional, e manifestou o seu entusiasmo por poder trabalhar “em conjunto e respeitosamente com a contribuição e perspectiva do setor elétrico na Guatemala, para avançar rumo à transição energética na América Latina.”

 

De outro lado, Alessandra Amaral, diretora executiva da ADELAT, destacou “a importância da aproximação ao contexto de países da América Central em termos de distribuição elétrica para a busca constante de melhorias com e para seus atores”, e indicou que a incorporação da ENERGUATE é um fato “por compartilhar uma visão comum sobre os desafios do nosso setor e saber que o trabalho colaborativo é essencial no contexto de transição energética.”

 

A suma de mais um membro e um novo país na Associação representa um valioso contributo para enfrentarmos os desafios e oportunidades da transição energética. A união entre especialistas dos países da região potencializará a troca de informações em diversos assuntos técnicos e administrativos que resultarão em melhorias na prestação de serviços.

 

O objetivo é consolidar o papel protagonista dos Operadores de Sistemas de Distribuição (“DSO”) na transformação energética em América Latina, fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e a disseminação de práticas sustentáveis.

Com a adesão da ENERGUATE, a ADELAT é formada por 18 empresas distribuidoras de energia elétrica e 2 entidades nacionais, com presença em sete países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala e Peru.



*Para mais informações ou comunicados de imprensa, escreva para comunicacion@darkturquoise-zebra-776384.hostingersite.com



Sobre ADELAT

Associação de Distribuidores de Energia Elétrica da América Latina é uma organização sem fins lucrativos, criada no final de 2021. Pretende ser uma referência na atividade de distribuição elétrica com o objetivo de promover e acompanhar o processo de transformação da distribuição elétrica latino-americana no âmbito da transição energética.